
Glaucoma
Diagnóstico precoce, colírios, laser SLT e cirurgias minimamente invasivas (MIGS) para controlar a pressão do olho e proteger o nervo óptico.
Entenda o glaucomaSou a Dra. Ana Helena, oftalmologista com fellowship em Glaucoma e Catarata pela UNICAMP. Atendo do diagnóstico ao tratamento clínico, laser e cirurgia, com escuta e informação clara em cada etapa.

Acredito que o melhor tratamento começa com uma boa conversa. Cada paciente recebe explicações claras sobre o diagnóstico, as opções de tratamento e o que esperar de cada etapa, para decidirmos juntos o melhor caminho.
Minha formação foi dedicada às duas doenças que mais causam cegueira no mundo: a catarata, que tem cura com cirurgia, e o glaucoma, cuja perda de visão pode ser evitada quando o diagnóstico é precoce. Atendo também oftalmologia geral, para cuidar da saúde dos olhos de toda a família.
CRM-SP 208.440Atendimento clínico e cirúrgico, com exames de precisão para diagnóstico e acompanhamento.

Diagnóstico precoce, colírios, laser SLT e cirurgias minimamente invasivas (MIGS) para controlar a pressão do olho e proteger o nervo óptico.
Entenda o glaucoma
Cirurgia por facoemulsificação com implante de lente intraocular escolhida para o seu estilo de vida, para enxergar com nitidez outra vez.
Entenda a catarata
Consulta completa, receita de óculos, avaliação de retina e exames de rotina para todas as idades.
Agende sua consultaTécnicas modernas e minimamente invasivas, indicadas de forma individualizada após avaliação completa.
A cirurgia moderna de catarata: o cristalino opaco é removido por uma microincisão com ultrassom e substituído por uma lente intraocular. Procedimento ambulatorial, com anestesia por colírio e recuperação rápida.
Saiba maisTrabeculotomia transluminal assistida por gonioscopia: abre por dentro do olho o canal natural de drenagem (canal de Schlemm), sem cortes na parte externa do olho, para reduzir a pressão.
Saiba maisUm microgancho abre a malha trabecular por via interna, melhorando o escoamento do líquido do olho. Pode ser feita junto com a cirurgia de catarata.
Saiba maisUm dos menores implantes médicos do mundo, posicionado no sistema de drenagem do olho, geralmente durante a cirurgia de catarata, para reduzir a pressão e a necessidade de colírios.
Saiba maisLaser feito no consultório, em poucos minutos e sem cortes. Estimula a drenagem natural do olho e, segundo o estudo LiGHT, pode ser o primeiro tratamento no lugar dos colírios.
Saiba maisTratamento com colírios e seguimento com tonometria, gonioscopia, paquimetria, OCT de nervo óptico e campo visual, para monitorar o glaucoma com precisão ao longo do tempo.
Saiba maisConversa sobre sua história, sintomas e hábitos, seguida de exame oftalmológico detalhado.
Quando indicado: OCT, campo visual, paquimetria e biometria para um diagnóstico seguro.
Explico as opções, com benefícios e riscos de cada uma, e decidimos juntos o melhor tratamento.
Seguimento próximo depois do tratamento ou da cirurgia, com orientações claras em cada etapa.
O glaucoma geralmente não causa sintomas no início. Quando a pessoa percebe a perda de visão, parte dela já é irreversível. Por isso, conhecer seus fatores de risco ajuda a não adiar a consulta.
Marque os itens que se aplicam a você. Esta lista é educativa e se baseia nos principais fatores descritos na literatura científica.
Entenda cada fator de riscoO glaucoma não tem cura, mas tem controle. Com diagnóstico precoce e tratamento contínuo (colírios, laser ou cirurgia), a grande maioria dos pacientes mantém uma visão útil por toda a vida. A visão já perdida, porém, não se recupera, e por isso o diagnóstico precoce é tão importante.
A partir dos 40 anos, recomenda-se uma avaliação oftalmológica completa, que inclui a medida da pressão ocular e o exame do nervo óptico. Depois, a frequência depende dos seus fatores de risco. Quem tem histórico familiar de glaucoma, diabetes ou miopia alta pode precisar de consultas mais frequentes.
Não. Esse conceito é antigo. Hoje a cirurgia é indicada quando a catarata começa a atrapalhar suas atividades, como ler, dirigir à noite ou reconhecer rostos. Esperar demais pode até tornar a cirurgia mais complexa.
A cirurgia costuma ser feita com anestesia por colírio e sedação leve, sem dor. Dura em média de 15 a 30 minutos e o paciente vai para casa no mesmo dia. A visão costuma melhorar nos primeiros dias, seguindo as orientações e os colírios do pós-operatório.
A catarata não volta, porque o cristalino é removido. Alguns pacientes desenvolvem, meses ou anos depois, uma opacificação da cápsula que sustenta a lente. Ela é tratada com um laser rápido no consultório (capsulotomia com YAG laser).
Sim. Em muitos casos é possível tratar as duas doenças na mesma cirurgia, associando a facoemulsificação a uma cirurgia minimamente invasiva para glaucoma, como iStent, GATT ou trabeculotomia (Tanito). Isso pode ajudar a reduzir a pressão e o número de colírios.
Para muitos pacientes, sim. No estudo LiGHT, cerca de 70% dos olhos tratados inicialmente com SLT continuavam sem precisar de colírios após 6 anos. A indicação depende do tipo e do estágio do glaucoma e é avaliada em consulta.
Consultas com hora marcada, com exames realizados no próprio local.
Agende sua avaliação e tire suas dúvidas sobre glaucoma, catarata e saúde ocular.